A inteligência artificial nos negócios deixou o estágio experimental para integrar a rotina corporativa, segundo dados da 29ª CEO Survey da PwC divulgada em 2026. O levantamento aponta que 37% dos executivos no Brasil registraram ampliação de faturamento nos últimos 12 meses devido ao uso da tecnologia.
Além disso, 28% dos líderes corporativos destacaram diminuição nos gastos operacionais. O panorama reforça o papel estratégico dessas ferramentas em demandas cotidianas, como triagem de clientes, tratamento de dados e estruturação interna.
Na rede LypeDepyl, especializada em depilação a laser, plataformas como ChatGPT, Claude e Gamma já integram o dia a dia. A estratégia gerou um ganho de 2,3% em produtividade, conforme explica a CEO Leyde Ludwig Pereira.
“A IA tem permitido agilizar atividades e manter maior padronização entre as unidades”, pontua a executiva. Ela ressalta, contudo, que toda a produção gerada exige checagem da equipe para assegurar qualidade e precisão.
Como usar inteligência artificial nos negócios no atendimento?
Uma das frentes mais comuns ocorre no suporte inicial ao consumidor. Mapear dúvidas frequentes sobre valores, horários e agendamentos possibilita criar respostas automatizadas eficientes.
Nesse formato, chatbots resolvem demandas simples e repassam casos complexos para atendentes humanos. A divisão assegura agilidade sem tornar o relacionamento frio ou impessoal.
IA nos negócios pode ajudar na análise de indicadores?
Outra utilidade envolve o tratamento de métricas de vendas e faturamento. Sistemas automatizados facilitam a leitura rápida de planilhas volumosas e a identificação de tendências.
Ainda assim, cuidados com a privacidade são essenciais. Dados estratégicos e confidenciais precisam de filtragem rigorosa antes de alimentarem plataformas digitais de análise.
Como aplicar inteligência artificial nos negócios em processos e treinamentos?
Por fim, a tecnologia auxilia na compilação de manuais operacionais e materiais didáticos para equipes. A prática padroniza orientações e acelera a disseminação de conhecimento entre filiais.
“Ganhar escala é importante, mas sem perder a proximidade e a personalização”, conclui Leyde, reforçando que a validação humana continua sendo indispensável para o sucesso empresarial.

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