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Domingo, 13 de Setembro 2026
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Varejo exige planejamento para a Black Friday com foco em preços e estoque

Com a jornada de compra do consumidor mais longa, sellers precisam testar operações e organizar campanhas meses antes da data oficial.

Varejo exige planejamento para a Black Friday com foco em preços e estoque
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O planejamento para a Black Friday tornou-se essencial para lojistas no Brasil, já que os consumidores começam a pesquisar e comparar preços semanas antes da data. Dados da Microsoft apontam que a jornada de compra leva cerca de 35 dias, exigindo antecipação de ofertas e estoque.

De acordo com o mesmo estudo, 55% das conversões registradas na internet durante o mês de novembro se originam em buscas feitas ainda em outubro. Esse hábito reflete um perfil de comprador mais analítico e atento às oscilações do mercado.

Segundo Claudio Dias, CEO da Magis5, o evento não se restringe mais a um único dia. Os meses de agosto e setembro viraram momentos decisivos para estruturar campanhas, selecionar mercadorias e definir tabelas de desconto sem comprometer a margem de lucro.

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Além da estratégia de preços, esse período que antecede as vendas serve para colocar à prova toda a infraestrutura operacional. Testar sistemas previamente ajuda a identificar falhas que poderiam escalar e comprometer o faturamento no momento de alta demanda.

Estratégia de preços e comportamento do comprador

A definição prévia das ofertas é fundamental frente a um público que monitora os preços com rigor. Um levantamento da Serasa com o Opinion Box mostrou que seis em cada dez brasileiros comparam os valores antes de fechar negócio na data festiva.

A previsão é que o comércio eletrônico nacional movimente cerca de R$ 14,4 bilhões na data em 2026. Lojistas que constroem boa reputação e trabalham a visibilidade dos produtos com antecedência garantem maior competitividade nos marketplaces e buscadores.

Gargalos operacionais e integração de canais

Com o aumento no volume de compras, deficiências operacionais costumam ganhar maior escala. Problemas comuns incluem a falta de sincronia no estoque entre múltiplos canais de venda, demora na emissão de notas fiscais e falhas no envio.

Para evitar cancelamentos e insatisfação, especialistas recomendam que os sellers foquem na automação dos processos fiscais, centralização das informações e atualização instantânea de estoque entre os diferentes pontos de venda.

Acompanhar esse crescimento exige tecnologia para manter a precisão nas etapas de separação, faturamento e entrega, transformando a alta demanda em resultados sustentáveis.

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FONTE/CRÉDITOS: Portal Varejo

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