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Domingo, 26 de Julho 2026
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Varejistas reduzem volume de disparos para otimizar o CRM no WhatsApp

Estudo da Dito baseado em dados da Bain & Company mostra que focar na retenção de clientes aumenta a lucratividade das empresas de comércio.

Varejistas reduzem volume de disparos para otimizar o CRM no WhatsApp
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Para aumentar o retorno financeiro e mitigar o risco de bloqueios na rede social, marcas brasileiras estão reformulando sua operação de CRM no WhatsApp, trocando o envio massivo de mensagens por abordagens segmentadas e focadas na retenção de clientes.

A mudança de paradigma é impulsionada pelo levantamento "O Novo Playbook de CRM para WhatsApp no Varejo", produzido pela plataforma Dito. O estudo revela que empresas com operações maduras preferem diminuir a quantidade de abordagens por vendedor e priorizar consumidores com maior potencial de conversão.

Atualmente, grande parte do varejo nacional ainda opera no modelo tradicional de alto volume de contatos para gerar faturamento. Contudo, as regras rígidas da plataforma e o perigo de banimento exigem uma transição urgente para estratégias mais inteligentes.

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A matemática da retenção de clientes

Essa virada estratégica fundamenta-se em um estudo clássico de Fred Reichheld, consultor da Bain & Company. Segundo a pesquisa, elevar a retenção de clientes em apenas 5% pode alavancar os lucros de uma empresa entre 25% e 95%.

O impacto expressivo se explica pelo comportamento dos consumidores fiéis: eles compram com mais frequência, exigem menor custo operacional por venda e indicam novos compradores de forma orgânica, otimizando o orçamento comercial.

Diante desses dados, a Dito argumenta que a seleção criteriosa dos contatos no varejo garante a preservação ou até o crescimento da receita, mesmo com a redução no volume total de disparos.

Três pilares para aumentar a eficiência das mensagens

Para concretizar essa mudança, o relatório orienta aplicar a priorização da base de dados com base em histórico de compras, frequência, valor gasto e hábitos de consumo antes de acionar o cliente.

Além disso, o material sugere diversificar os canais. E-mail e SMS devem assumir fluxos automatizados e informativos, enquanto a mensageria direta fica restrita a interações estratégicas e de alto valor percebido.

Por fim, o documento ressalta que abordagens no aplicativo exigem uma justificativa clara para o consumidor. Isso transforma a comunicação baseada em escala em um modelo centrado em eficiência por contato, garantindo maior engajamento.

FONTE/CRÉDITOS: Portal Varejo

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